Considerada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como a terceira atividade ilícita mais lucrativa do mundo, a exploração sexual é ainda mais grave quando realizada contra crianças e adolescentes. A situação se agrava mais com o tráfico para fins sexuais, que tem sido associado a cidades com certos perfis; que sejam cidades fronteiriças, com alta densidade populacional, com mobilidade humana de homens imigrantes e cidades de trânsito de emigrantes.
Algumas das causas que dão origem à exploração sexual comercial infantil são a existência e o crescimento das redes do crime organizado; a violência familiar, as situações de exclusão social e a insuficiência de ações legais, de controle e de atenção ao problema, entre outros fatores.
O Protocolo Complementar para Prevenir, Reprimir e Sancionar o Tráfico de Pessoas para Fins Sexuais define esse tráfico como a captação, o transporte, o traslado, a acolhida ou a recepção de uma criança com fins de exploração sexual ou laboral. Considera-se tráfico de pessoas ainda que não se recorra a ameaças ou ao uso da força ou outras formas de coerção.
O traficante de pessoas sempre busca o desarraigamento da criança ou do adolescente por meio do sequestro, enganos para obter melhores condições de vida ou de trabalho, ou coerções sobre meninas, meninos e adolescentes vulneráveis. Os aliciadores perambulam por ponto de parada de caminhões, praças públicas e outros locais onde se identifica a população jovem que chega a uma capital em busca de trabalho.
O tráfico de pessoas arrecada anualmente cerca de 32 bilhões de dólares. Em 2005, calculava-se que, no âmbito mundial, 2,4 milhões de vítimas de tráfico de pessoas estiveram trabalhando em condições de exploração, segundo manifestou a Organização Internacional de Migrações. Em todo o mundo, cerca de quatro milhões de mulheres e meninas são vendidas a cada ano para serem submetidas à escravidão e à prostituição.
Apenas em 2002, afirma um estudo da Unicef, 1,2 milhões de crianças foram traficadas internacionalmente com fins de exploração sexual ou laboral. Mais recentemente, na América Latina, dois milhões de meninas, meninos e adolescentes foram vítimas da exploração sexual comercial e laboral, dentro e fora das fronteiras de seus países de origem.
Com informações da Visão Mundial do México
FONTE: AGÊNCIA ADITAL







































Esse documentario acabou não sendo particularmente tão bom , porque não se encontra muitos dados nacionais sobre o assunto relatado; deveria aver de serto modo algo que alertace de forma evidente o perigo que este traz para o brasil. e como o brasil é visto internacionalmente como uns dos países que mais fornece seres humanos para tal práticas.
O MAIS IMPORTANTE NESTES CASOS NÃO É A IMAGEM DO BRASIL LÁ FORA. O PROBLEMA É O ABUSO EM SI.
SÃO CRIANÇAS E ADOLESCENTES INDEFESOS QUE SÃO COMPRADOS E TRATADOS COMO OBJETOS!
MUITAS DAS VEZES VENDIDOS PELOS PRÓPRIOS PAIS!
ENFIM, É UMA VIOLÊNCIA SEM TAMANHO!
A VIDA DELES DEPOIS DESTE ABUSO NUNCA MAIS SERÁ A MESMA!
Primeiramente um recado ao comentarista Aquiles José: Vá estudar português para não cometer o sacrilégio, o ofensa e o desrespeito à Flor da Lácio que cometeu acima no seu comentário.
Abordar a questão da exploração sexual infantojuvenil é tema polêmico, extremamente abrangente e de amplo espaço para discussões. Mas, a essência desse problema social, reside nos estratos sociais mais pobres e miseráveis dos países pobres e nos emergentes. Particularmente no Brasil, é oportuno que se diga que há dois Brasis: Um das elites dominantes, que implantaram a ditadura cultural sob o manto do assistencialismo, ou seja, manter a pobreza cultural para se locupletarem da miséria e do voto do povo; outro da pobreza propriamente dita que as elites políticas contaminam os milhões de pobres espalhados pelo solo pátrio, com discursos demagogos e promessas vãs e um bolsa-família, bolsa-gás, e várias bolsas.
Este é o retrato do Brasil social que leva nossas meninas a prostituirem em troca da sobrevivência.
Eu sou contra a Erotização Infantil.!’ :(
/)) Diga não.!’