Menina de 14 anos está grávida de seis meses; irmã também sofreu abusos. Durante depoimento à polícia de SP, pai disse que filha que se insinuava para ele.
Em depoimento à polícia, a jovem de 14 anos que diz estar grávida do próprio pai contou que desde os 7 anos de idade ela a molestava. A garota prestou depoimento na 6ª Delegacia da Mulher, na Zona Sul de São Paulo. O homem foi preso na quinta-feira (15) por suspeita de estupro e atentado violento ao pudor.
A família vivia no Nordeste e há quatro anos mora em São Paulo. A adolescente contou à polícia que, quando sua mãe ia para a roça recolher feijão, seu pai a obrigava a deitar na cama do casal e a molestava. A outra filha, de 13 anos, também relatou à polícia que também sofria abuso do homem de 37 anos.
As garotas afirmaram que nunca contaram o fato à mãe porque o pai dizia que mataria as três caso algo fosse revelado. “Um dia ele falou que podia ser preso por isso, mas se vingaria quando saísse da prisão”, diz a menina de 13 anos em seu depoimento.
O caso foi denunciado à polícia pela mãe. O delegado-titular, Armando Roberto Béllio, disse que vai pedir exame de DNA para confirmar se o bebê que a garota espera é mesmo do próprio pai. A mãe descobriu que a filha estava grávida após levá-la ao médico com suspeita de que a menina estivesse com um mioma, pois desde novembro do ano passado a garota não menstruava e sua barriga estava crescendo. Quando soube que a filha estava grávida de seis meses, a mãe a pressionou e ela contou quem era o pai do bebê.
Agressões
À polícia, a mãe disse nunca ter desconfiado dos abusos sofridos pelas filhas e classificou o marido, com quem é casada há 15 anos, de um homem ignorante e agressivo. Disse que ela já chegou a bater nela, mas que ela preferiu não procurar a polícia. A família vive uma casa de três cômodos: quarto, banheiro e cozinha.
Para poder sempre ficar só com uma das filhas em casa, o pai pedia à mãe que nunca saísse com as duas para que alguém pudesse esquentar comida para ele.
Em seu depoimento, o pai diz que a jovem de 14 anos se insinuou diversas vezes para ele e que acabou tendo intimidades com ela, por pelo menos dez vezes, por um momento de “fraqueza ou loucura”. Ele diz acreditar que o filho é de um rapaz da vizinhança com quem sua filha mantinha contato. O pai diz ainda que nunca fez nada com a filha de 13 anos.
A jovem de 14 anos diz que nunca teve relação sexual com outra pessoa e que por causa do que o pai fez com ela “tem nojo de homem”, afirmou à polícia. As jovens foram encaminhadas para atendimento no Hospital Pérola Byington, onde passaram por exames e devem ter também acompanhamento psicológico. O delegado disse que espera o resultado dos exames para poder pedir a prisão preventiva do suspeito.
FONTE: PORTAL G1


































NÃO DEIXEM ESSE HOMEM SOUTO POIS SE DEIXAR ELE FORA
DA PRISÃO ELE VAI FAZER A MESMA COISA QUE ELE FEZCOM AS FILHAS DELE, PRENDÃO ELE POR FAVOR
Não deixem esse cara sai da prisão,porque se ele faz isso com os próprios filhos pode fazer com os nossos
por favor não NÃO LIBERA ELE!!!!
DEXA ELE EM CANA!!!
Tem que dar uma prisão perpétua para um cara desses , se ele for solto vai fazer isso novamente e pode ate matar as filhas!!!!!!!!!!!!!!!
concientize-se , é importanteeee
Que pena que no Brasil não tem prisão perpétua,
pois é isso, e muito mais que esse animal merece
Não ha palavras que classifique esse tipo de crime, só temos que pedir justiça, o brasil deveria adotar a pena de morte, talvez esse seria uma das soluções para a diminuição da violencia no geral, pois uma vez preso, quando solto age com mais agressividade, um marginal, nasce e morre marginal, nao acredito na recuperação deles, a cadeia hoje pode ser considerada uma faculdade para o crime, uma ser entra por roubar uma caneta, e sai com exeriencias suficientes para como se roubar um banco, morreriam inocentes sim, mas nao seriam tantos como morrem hoje, nas favelas, nas ruas, shopping etc., acredito que assim as pessoas pensariam 2 vezes antes de cometer qualquer ato de violencia, ja que nao teria chance de arrependimento.