Ela teve o filho nesta terça (29) em um hospital do Texas, nos Estados Unidos. Igreja Fundamentalista de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias prega a poligamia.
Uma das adolescentes retiradas pela polícia da sede de uma seita religiosa deu à luz uma criança nesta terça-feira (29) em um hospital do Texas, nos Estados Unidos.
Ela estava grávida de um integrantes da Igreja Fundamentalista de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, que prega a poligamia.
Das 53 adolescentes entre 14 e 17 anos sob custódia da Justiça, 31 já são mães -ou estão grávidas.
A libertação de crianças e mulheres ocorreu pouco depois que a polícia anunciou a detenção de uma pessoa e admitiu que não conseguiu encontrar a menor que denunciou o caso.A denunciante disse que quando tinha 15 anos de idade teve um bebê, e as autoridades averiguam para determinar se ocorreu abuso sexual. No Texas é ilegal que uma jovem menor de 16 anos se case mesmo com a aprovação de seus pais.
Crianças da seita poligâmica no Texas fazem testes de DNA
As 416 crianças que foram resgatadas no início de abril de uma seita poligâmica no Texas começaram nesta segunda-feira (21) a ser submetidos a exames de DNA que a juíza encarregada do caso, Barbara Walther, ordenou para determinar quem são seus pais.
As autoridades esperam que as mostras ajudem a esclarecer sobre a confusa relação familiar entre os membros da Igreja Fundamentalista de Jesus Cristo dos Últimos Dias.
As crianças se encontram por enquanto sob a custódia do Estado, mas os pais reivindicam a guarda, no que se transformou em um dos maiores casos de custódia da história dos Estados Unidos.
A juíza ordenou os exames a pedido das autoridades estaduais, que afirmam que os membros da seita mudam continuamente seus nomes, têm dificuldades para identificar os membros de sua família e provavelmente mentem sobre sua idade.
O processo das provas genéticas poderia levar até três ou quatro dias devido à grande quantidade de mostras que precisam ser retiradas, explicou à imprensa local Darrell Acaso, um porta-voz do Serviço de Proteção ao Menor.
A promotoria acusa os membros da seita de promover o casamento entre menores de idade e homens adultos, e de obrigar as adolescentes a manter relações sexuais.
O Serviço de Proteção ao Menor interveio porque considera que as crianças sofriam abusos sexuais ou corriam o iminente perigo de sofrê-los.
Os serviços sociais tinham dificuldades para estabelecer os vínculos familiares entre as crianças e os adultos da seita, dado que os menores identificam como sua mãe a todas as mulheres do rancho.
Fonte: Portal G1



































as meninas e mulheres nao tem direito de escolha em detrimetro de seus responsaveis enpoem o que devem pensar ou dizer nos como pais devemos ensinar nossos filhos a ter direito e deveres como cidadao .essa reportagem mostra como o abuso de poder sobre as meninas e mulheres como se a religiao tivese direito sobre elas o jesus que eu conheço da liberdade de escolha nao nos obriga a nada dar nos liberdade total