
Com base em diário, advogada registra queixa policial e acusa empregada de molestar filhos. Demitida por justa causa, funcionária nega, diz que foi agredida e admite paixão pelo patrão
O diário de uma babá foi motivo de desespero para uma família do Bairro São Pedro, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. A advogada Cláudia Rocha registrou na polícia queixa de atentado ao pudor contra a empregada R.V.S., de 20 anos, informando ter identificado, na agenda da própria funcionária, textos que sugerem que ela tenha molestado seus filhos, uma menina de 1 ano e 10 meses e um menino de 7 anos. A babá também é acusada de dar calmantes para a menina dormir a noite toda, além de chantagear as crianças. Segundo a queixa, há trechos em que ela revela raiva dos menores e ameaça agredi-los.
A denúncia foi feita na 1ª Delegacia Seccional Sul e o caso vai ser investigado pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente. O diário foi descoberto quinta-feira e a babá foi exonerada no dia seguinte. “Depois que a babá foi demitida, ela começou a ligar várias vezes ao dia para nos ameaçar. Disse que sabe a rotina da nossa casa e que vai fazer mal aos meus filhos”, afirma Cláudia Rocha.
Ao ser dispensada do serviço, R.V.S. assinou termo de demissão por justa causa, em que assume que se masturbou usando a menina, que tinha intenção de agredi-la, que dava calmantes para os dois menores e que desejava ter relações sexuais com o patrão. “Quando mostrei para a babá que havia descoberto o diário e que levaria o caso à polícia, ela disse que não tinha como provar tudo que fez. Não fiz nada por vingança, a intenção é evitar que outras famílias a acolham”, afirma a mãe dos menores.
A doméstica morava no interior do estado, de onde saiu para trabalhar na casa da advogada Cláudia Rocha, na capital. Ela estava na casa da família havia oito meses e trabalhava de segunda-feira a sábado, tendo folga no domingo. Ganhava de R$ 400 mensais e cuidava das crianças das 8h às 18h. A família tem outra empregada para os afazeres domésticos.
R.V.S. nega todas as acusações e desafia a ex-patroa a provar as denúncias. “Não sei se um diário pode servir como prova. Fui forçada a assinar o termo da demissão, fui agredida fisicamente pelo patrão e fiz exame de corpo de delito. Espero que minha ex-patroa prove que abusei sexualmente de seus filhos com imagens que mostrem o meu rosto, pois, do contrário, vou processá-la por calúnia”, afirmou.
Cópia do diário escrito pela babá foi entregue à polícia, além de caixas vazias de remédios, encontradas no quarto da menina. No diário há trechos em que R.V.S. usa códigos e, segundo a advogada, em um deles há registros de masturbação envolvendo a criança. Segundo Cláudia Rocha, no início a funcionária demonstrou carinho com os menores e com os patrões. “Ela enganou a todos. Agia com muito carinho em relação aos meninos e também com a família. Se não fosse o diário, não iríamos acreditar que fosse capaz de tanta maldade”, comenta Stela da Rocha, irmã de Cláudia.
As suspeitas começaram quando a família percebeu que a menina dormia muito cedo e rápido, sempre que a babá a acalentava. Segundo a advogada, o comportamento do menino também sofria alterações quanto estava perto da empregada. Ela informou que há cartas do filho citando a babá como sua namorada.
Na última semana, segundo a advogada, a funcionária teria se assustado quando estava com o diário em mãos e a patroa entrou no quarto inesperadamente. “O meu filho ficava acuado todas as vezes que ela cochichava alguma coisa com ele. Meu filho me contou que ela o obrigava a dar muitos beijos em sua boca e o ameaçava sempre. Vou procurar um ginecologista para examinar a minha filha e saber até que ponto foi molestada. Perdi o sono por vários dias e não tenho mais paz para sair de casa”, conta Cláudia.
Segundo a advogada, nas páginas finais do diário a babá conta ter percebido a estranheza e a desconfiança dos patrões. “Quando li o que ela fazia, não consegui fingir que não sabia de nada. Quis demiti-la porque o que mais queria era afastá-la do convívio familiar, pois tinha medo até de que meus filhos fossem envenenados”, revelou Cláudia.
Rosimeire garante que não tem nada a temer e, logo que for intimada pela polícia, vai provar sua inocência. Ela assume que escreveu o diário e que não é crime desejar relações sexuais com o patrão, mas que nunca abusou das crianças.
Fonte: Portal Uai


































Depois que uma maiga contratou uma auxiliar para cuidar de sua mãe com mal de Auzaimer e esta a estava molestando sexualmente, acredito em tudo…
Minha amiga preferiu dar uns tapas na tal mulher, já que eram as duas adultas e a expulsou de casa.Eu a teria entregue a Polícia por abuso de incapaz.
Esse mundo esta perdido mesmo, nem as pessoas do interior, que eram consideradas sinceras estão se salvando.
Só Deus pra nos ajudar…
Depois que uma maiga contratou uma auxiliar para cuidar de sua mãe com mal de Auzaimer e esta a estava molestando sexualmente, acredito em tudo…
Minha amiga preferiu dar uns tapas na tal mulher, já que eram as duas adultas e a expulsou de casa.Eu a teria entregue a Polícia por abuso de incapaz.
Esse mundo esta perdido mesmo, nem as pessoas do interior, que eram consideradas sinceras estão se salvando.
Só Deus pra nos ajudar e proteger nossas crianças e idosos.
Cada dia que passa penso, se tiver filhos terei que largar meu emprego pois já não confio em ninguém em cuidar dos meus entes queridos….