Genebra, 25 out (EFE).- O Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) denunciou hoje a violência sofrida por crianças do Afeganistão, vítimas tanto de talibãs quanto das forças da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte).
Em relatório apresentado em Genebra, baseado na reportagem realizada pelo embaixador do Unicef para urgências humanitárias, Martin Bell, a entidade evidencia os riscos que as crianças sofrem no país, muitas vezes provocados pela guerra.
O Unicef afirma que não só se preocupa com as ações dos talibãs e outros insurgentes, como também pelas ofensivas da Otan e por sua Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf), composta por soldados de 37 países.
“O recurso das operações aéreas para dar apoio aos soldados coloca as crianças em situação de risco”, diz o relatório.
O Unicef lembra que os talibãs não assinaram nenhum convênio internacional, mas os países-membros da Otan sim. Além disso, eles são membros da Convenção de Genebra, “o que os compromete a proteger civis nos conflitos armados”.
O texto denuncia ainda que os talibãs forçam os menores a participar de combates, tanto como soldados quanto na retaguarda e destaca que muitas meninas são vítimas de violência sexual.
Outra preocupação dos funcionários do Unicef são os bombardeios às escolas, que foram alvo de mísseis em mais de quatro ocasiões.
“Não sabemos a razão específica desses ataques, mas supomos que acontecem porque as escolas são o lugar onde se desenvolve o progresso”, disse em entrevista coletiva a representante da entidade no país, Catherine Mbengue.
Apesar da situação, a representante do Unicef comemorou o acesso de mais de 6 milhões de crianças à escola. Em 2001, ano da invasão, o número foi de apenas 1 milhão.
Porém, segundo números do Ministério da Educação afegão, pelo menos 1 milhão de meninas ainda não estão escolarizadas, o que representa 35% da população total de mulheres nessa faixa etária.
O relatório lembra também as condições sanitárias das crianças afegãs.
O Unicef estima que, em 2006, a cada dia morreram quase 900 crianças menores de 5 anos, e em 2005, foram mais de 60 mulheres por dia por razões relacionadas à gravidez.
Para enfrentar as circunstâncias, o Unicef conta com um orçamento anual de US$ 80 milhões.
Fonte: Portal G1


































É de cortar o coração, e ao mesmo tempo de se revoltar com essa merda de mundo que se diz tão preocupado com os mais pobres… Como no filme ” O caçador de pipas” a gente ve a realidade dessas crianças que sem culpa pagam por malditos que Habvitam e que invadem a sua terra natal, sentir ódio as vezez nos da a chance de tentar fazer algo… como esplodir a cabeça e as genitarias de um desses caras…
È vergonhoso a forma como os adultos, aqueles que deveriam de ter o bom senso de proteger as crianças do mundo ,as tratam.
Como é que o mundo há-de ser melhor no futuro se o futuro é maltratado.
Nós realmente somos piores que os animais ,por vezes penso que se não pensa-se-mos seriamos melhores seres,
São os chineses a maltratarem as meninas , os arabes a maltratarem as crianças e mulheres, os africanos a matarem-se uns aos outros os ocidentais a aproveitarem-se da miséria dos outros, mas será que realmente o homem pensa ? começo a achar que deus deu-nos a inteligencia mas,são poucos os que a utilizam ou o mundo seria melhor.
sp 20/005/09
SITO MUITO QUE O MUNDO FORMULOU SUA PROPRIA INCAPACIDADE
DE CUIDAR DE SUAS CRIANÇAS.AQUI NO BRASIL, AFEGANISTÃO,HAITI
OU CAMBOJA,COMO PELA SELEÇÃO “NATURAL HUMANA”, O EXTERMINIO ATRAV’ES DA FOME , DO ESTUPRO, PROSTITUIÇÃO E A’I VAI….
SOMOS TODOS CULPADOS!!!!!
PELA NOSSA INCAPACIDADE DE RACIOC’INIO AO IRMOS ELEGER NOSSOS GOVERNANTES E AO DARMOS A ELES PODERES ABSOLUTA.
JOGARAM NOSSA JOVENTUDE NA LATA DO LIXO.